Arborização urbana - 10 Árvores urbanas de Apiaí 


 


O manacá-da-serra é uma árvore semi-decídua nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular.

Seu porte é baixo a médio, atingindo de 6 a 12 m de altura e cerca de 25 cm de diâmetro de tronco. As folhas são lanceoladas, pilosas, verde-escuras e com nervuras longitudinais paralelas. As flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis.


Pertence à família Malvaceae.

Outros nomes: sumaúma, barriguda, paina-de-seda, paineira-branca, paineira-rosa, árvore-de-paina, árvore-de-lã, paineira-fêmea.

É uma árvore com até vinte metros de altura, tronco cinzento-esverdeado com estrias fotossintéticas e fortes acúleos rombudos, muito afiados nos ramos mais jovens.


É uma árvore nativa da Mata Atlântica e do cerrado brasileiros, presente nas margens dos rios entre os estados do Espírito Santo e Santa Catarina, e na região nordeste do país.

Outros nomes populares: mulungu, canivete, corticeira, corticeira-do-banhado e eritrina.


A pitangueira é uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira, onde é encontrada na floresta semidecidual do planalto e nas restingas, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul em regiões de clima subtropical. Apesar de ser tipicamente brasileira, esta espécie atualmente pode ser encontrada na ilha da Madeira (Portugal) , na América do Sul (Argentina, Bolívia, Guianas, Paraguai, Uruguai e Venezuela), América Central (incluindo Caribe), América do Norte (exceto Canadá) e África (Gabão, Angola e Madagascar) .


É uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano. A árvore é também conhecida como guarapuvu, garapuvu, guapiruvu, garapivu, guaburuvu, ficheira, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, pataqueira, pau-de-tamanco ou umbela. Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.


É uma árvore brasileira pioneira, da Mata Atlântica, principalmente da floresta ombrófila densa da encosta atlântica.
Seu nome popular é devido à cor das flores e época de floração: entre os meses de janeiro e abril, e também em junho-agosto. Além da variedade com flores roxas há a de flores rosadas (variedade Kathleen). 

Ocorre na Mata Atlântica da Bahia e do sudeste do Brasil, principalmente em matas secundárias.

 

Pertence a família Bignoniaceae.

Nome popular: Piúva, ipê-rosa, pau-d'arco, piúna, ipê-roxo, ipê-roxo-de-bola, ipê-una, ipê-roxo-grande, ipê-de-minas, piúna-roxa.

É uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira.

É encontrada tanto na Floresta Pluvial Atlântica como na Semidecidual e pode ocorrer também no cerrado.


Família Fabaceae.

Também chamada mororó e pé-de-boi, é uma árvore brasileira nativa da Mata Atlântica.

"Pata-de-vaca" e "pé-de-boi" são uma referência ao formato de suas folhas.

Ocorre na América do Sul, Argentina, Brasil (Ceará, Bahia, Minas Gerais, Rio de; Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), Uruguai, Paraguai, Peru e Bolívia.


Pertence a família Fabaceae Caesalpinioideae.

Outros nomes: Acácia, aleluia, aleluia-amarela, caquera, piúna, aleluia-da-serra-do-mar, amarelinha, amarelinho, angico-branco, árvore-da-cigarra; caaobi, cobi-preto, cabi, canafístula, canafrista, canela-paula-teixeira, cássia-aleluia, cigarreira, manduirana-de-folha-mole, pau-amendoim, pau-de-cigarra, pau-de-fava e pau-de-pito, canjão, cássia-verrugosa e farinha-seca, canudeiro, cássia-murici, fedegoso, canudo-de-pito, carnaval, cássia, cássia-amarela, cássia-multijuga, chuva-de-ouro, copaiba-angelim, faveirinha-branca, pau-cachimbo, pau-fava, mari-mari-pequeno, na Bolivia é chamada de flor-de-maio e manicillo.

Senna é nome antigo de planta medicinal; multijuga é porque as folhas apresentam grande número de jugas (foliólulos).


Pertence a família Bignoniaceae.

Outros nomes: ipê-ouro, ipê-amarelo, ipê-da-serra, ipê, aipê, ipê-branco, ipê-mamono, ipê-mandioca, ipê-pardo, ipê-vacariano, ipê-tabaco, ipê-do-cerrado, ipê-dourado, ipezeiro, pau-d’arco-amarelo, taipoca.

O Ipê-amarelo-da-serra é uma árvore brasileira, heliófita, secundária inicial, nativa da Mata Atlântica, considerada a árvore símbolo do Brasil, descrita inicialmente em 1832 por Chamiso como Tecoma alba.
O nome alba se deve à coloração branca das folhas e ramos novos, devida aos pelos que as recobrem.

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